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  • Ricardo Gomes

MAIS LIBERDADE, menos desemprego!


Desde 1995, um termômetro mede o Índice de Liberdade Econômica, feito pela Heritage Foundation. Nos quatro países mais LIVRES, primeiros colocados no ranking, a média de desemprego é de 2,7%. No Brasil, considerado “majoritariamente não-livre”, o desemprego vai para 12%.

O estudo leva em conta 12 critérios e recolhe dados primários sobre a economia de cada país para calcular uma nota final que traduz o nível de liberdade econômica de cada nação. Os países são avaliados em quatro categorias principais, e cada uma contém três subcategorias:

Estado de Direito: Direitos de Propriedade, Integridade de Governo, Eficiência Judicial

Tamanho do Governo: Gastos do Governo, Carga Tributária, Saúde Fiscal

Eficiência Regulatória: Liberdade Comercial, Liberdade de Trabalho, Liberdade Monetária

Mercados Abertos: Liberdade de Comércio Exterior, Liberdade de Investimento, Liberdade Financeira

A partir destes dados, os países são classificados em: Livres (acima de 80 pontos), Majoritariamente Livres (de 70 a 79,9 pontos), Moderadamente Livres (de 60 a 69,9 pontos), Majoritariamente Não-Livres (de 50 a 59,9 pontos) e Reprimidos (menos de 49,9 pontos).

A Heritage define como “o direito fundamental de cada ser humano controlar o próprio trabalho e propriedade”.

O Brasil ocupa a 150ª posição, o que preocupa especialistas. De acordo com a Gazeta do Povo, que fez parceria com a Heritage Foundation e o Instituto Monte Castelo para publicar a pesquisa, “em 2018, por exemplo, o desempenho do país foi exatamente o mesmo de 1995: 51,4 pontos. Neste período, o melhor desempenho do Brasil foi o de 2003 (63,4 pontos, na 72ª colocação). O resultado deste ano é a sexta queda seguida na nota. E há razões para se preocupar. Em 2017, o país havia obtido 52,9 pontos. Se o ritmo da queda for mantido, o Brasil chegará ao índice de 2019 como membro do grupo dos países reprimidos, ao lado de nações como Haiti, Sudão e Bolívia.

Os últimos colocados no ranking são Coreia do Norte, Venezuela e Cuba.

É para se preocupar, não é?!

Por isso, a Medida Provisória da Liberdade Econômica é tão importante para o nosso país, pois irá proporcionar liberdade para empresas e trabalhadores, gerar mais de 3,7 milhões de empregos e renda para famílias. Em Porto Alegre, protocolei, juntamente com os vereadores Felipe Camozzato e Mendes Ribeiro, um Projeto de Lei que caminha no mesmo sentido, para garantir liberdade e desenvolvimento para a nossa cidade.


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